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 Tecnologia falha no Rio de Janeiro.

O sistema, que usa inteligência artificial, alertou o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) e indicou que uma criminosa, condenada por espancar um homem até a morte, tinha sido localizada em Copacabana nesta terça-feira (09/07). Entretanto, ela era inocente, e apenas mais uma moradora do bairro.

 

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As câmeras trabalham com uma estatística de reconhecimento e, por isso, ocorreu o erro. Ainda segundo o coronel, os policiais militares tentam checar a identificação da pessoa abordada no local. Porém, em casos de dúvida ou de homônimos, elas são levadas para a delegacia. “Assim que o sistema aponta 70% de possibilidade da pessoa ser a procurada, uma viatura é direcionada ao local. A abordagem é feita com respeito aos Direitos Humanos e com cautela do agente”, comunicou o Coronel Mauro Fliess (PM).

O sistema de reconhecimento facial começou a ser instalado durante o Carnaval deste ano e, de acordo com o jornal O Dia, passou de nove câmeras para um total de 25 unidades desde a semana passada. A delegada Valéria Aragão, titular da 12ª DP, afirma que não é a primeira vez que um erro semelhante acontece: no Carnaval, a tecnologia também falhou.

A reportagem d’O Dia afirma que as pessoas podem ser indenizadas por serem conduzidas para a delegacia por engano e que há possibilidade dos policiais responderem por abuso. O advogado criminalista Carlos Maggiolo, entrevistado pelo jornal, explica esse direito do cidadão:

“Qualquer pessoa honesta sofrerá constrangimentos e danos psicológicos ao ser detida pela polícia, confundida com uma meliante. Cabe ação de indenização por danos morais”, disse.

Especialistas alertam para os potenciais riscos do emprego da tecnologia de reconhecimento facial. Pesquisadores já apontaram que algumas etnias têm mais chances de caírem em falsos positivos, especialmente mulheres negras.

Fonte: O Dia (https://olhardigital.com.br)

 

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